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Escrito por FENADADOS  22/10/2018
COBRA TECNOLOGIA - Nova reunião ocorre em 31 de outubro/2018

A reunião que ocorreu com a Cobra no dia 18 de outubro de 2018, nas dependências da empresa, no Rio de Janeiro, tinha o objetivo de tratativas sobre o Programa de Lucros e Resultados referente ao exercício 2018 a ser pago em 2019 e o PCCS.

Quanto aO  PPLR 2018 a empresa acredita ter um programa, ressalta-se que o mesmo não foi negociado com as representações nem tão pouco aprovado pelos trabalhadores da empresa em assembleias. A empresa entregou nesta reunião a proposição do PPLR 2018 e, um acompanhamento, do que eles consideram ser as metas a serem atingidas.

Assim, solcitamos que os sindicatos possam analisar o programa apresentado pela empresa, sem negociação, para que os mesmos juntamente com os trabalhadores e as trabalhadoras em assembleias, possam debater a respeito da proposta e apresentar contibruições para que possamos na reunião do dia 31 de outubro/2018, discutir com a empresa.

Sobre o PCCS ressaltamos que queremos poder contribuir para a construção do mesmo,afinal o PCCS diz respeito especialmente aos trabalhadores e trabalhadoras da empresa. Nada mais justo e democrático do que a participação dos mesmos na sua elaboração.

A empresa, também, propõe a discussão do PPLR 2019 e para isto entregou uma proposta, solicitamos aos sindicatos que discutam com os trabalhadores e trabalhadoas nas assembleias, a respeito, para que possamos prosseguir com as tratativas junto a empresa.

Clique aqui e leia a Ata da Reunião

Clique aqui e leia o PPLR 2018 elaborado unilateralmente pela empresa para que possamos apresentar proposições por ocasião da próxima reunião

Clique aqui e leia a proposta de PPLR 2019 para que possamos apresentar proposições por ocasião da próxima reunião

Nova reunião com a empresa ficou agendada para o dia 31 de outubro de 2018.

 

Presidente da Fenadados, Carlos Alberto Valadares (Gandola) alertou os deputados, na Assembléia Legislativa do Pará, que a venda do Serpro e da Dataprev colocará em risco a paralisação do governo, caso empresa privada descumpra contrato. Também lembrou que o comprador terá exclusividade na prestação do serviço ao governo, acabando com a isonomia no mercado, que hoje através de licitações se habilita a prestar os serviços de informática.

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